21.09.2017

MERGULHO EM LOBA @ TEATRO AVEIRENSE

AVEIRO! Que Mergulho em Loba tão bom ontem. Com direito a dancing e tudo: estes sorrisos são todos vossos, Obrigada! E muito obrigada também a toda a equipa do Teatro Aveirense, à @arruadamusica , e @antena3rtp 🙂 e ainda ao BANDÃO que partilha palco e música comigo: Margarida Campelo, Inês Pimenta, David Santos, António Vasconcelos Dias, Daniel Neto, João Vaz Silva, e Manuel San Payo. Foi “Mucho Love” no Aveirense! <3 ~ ~ ~ PS: ainda dá para assistir aos Lives no Insta do @_sniffers_ e o diário de estrada vai andar aí a surgir nos próximos dias. ~ ~ ~ PRÓXIMO MERGULHO: 14 de Outubro em Sever do Vouga / Quarteto Até já ^•^ ~ A forografia é do caro amigo João Vaz Silva. ~ #livinglavidaloba #mergulhoemloba #MuchoLobaLove

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20.09.2017

SALA DE MÚSICA DA JOANA / FLUME VOL.3

[AVISO: post lamechas] Algo me diz que o meu Volume III não será um disco a solo — será outro dos nossos. . Esta semana recebi duas prendas do <3: o íman do meu querido agente e amigo provocador João Vaz @_sniffers_ e as maravilhosas fotos da Ana Claudia @caminhosdeserfeliz . Obrigada!! Conheci a Ana através da música e já conhecia as suas fotografias (são poesia a preto e branco). Que ela se lembre das canções do Mergulho e de mim quando as tira e revela é algo que eu não tenho palavras para explicar o que sinto mas, como podem imaginar, é muito especial. Todos os meus trabalhos têm uma parede de inspirações, e neste continuo muito bem acompanhada. De cada vez que escrevo mais um pouco e levanto os olhos não estou sozinha. Giro é que nem o João nem a Ana sabiam desta minha mania de criar paredes para discos e filmes. Comigo estão: todos os que participaram no “Mergulho Em Loba” e a @joanaastolfi com os seus iShells; o @bernardobaratabaixista e José de Castro no postal “Três Amigos” da altura do Passeio Pelo Trilho; o @eusouobenjamim , o @tonylove_official e o @goncalopola numa foto tirada à porta da SMUP no dia do concerto do Benjamim no sotão, dia em que também estreou o Tanto Faz na @antena3rtp, dia em que o Luís recebeu os cds do Auto-rádio, e dia em que nasceu a Bi-du-Á (mega dia); o @festival_bonssons e o BANDÃO no leque que usámos para nos refrescar no dia quente em que mergulhámos no coreto/ palco Giacometti de Cem Soldos; a Ana Nagy @avencass e a nossa eterna Praia no fóssil que ela me ofereceu para o disco do Mergulho; e estão ainda os mestres @chicobuarque e José Afonso. Estamos todos à volta do Orla, onde toquei as primeiras notas e me apaixonei por isto a que chamam música, em 1980 e pouco. Claro que faltam muitos mais – uns por imprimir e outros por emoldurar (Risos) – e haverá sempre espaço para as vossas sugestões. O Piano entra amanhã, enquanto estivermos na estrada a caminho de Aveiro. Eu vou mostrando aqui a evolução desta Music Room. Os dados estão lançados. \m/ [EDIT]: O instagram não me deixa tagar mais do que 20 pessoas, mas são muitos mais e já estão todos aqui comigo. <3 #flumeVolumeIII #musicroomdajoa

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05.08.2017

PRÓXIMA PARAGEM: BONS SONS 2017!

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22.07.2017

MERGULHO EM LOBA @ OLIVEIRA DE SANTA MARIA (Solo)

Cheguei a Santo Tirso e encontrei uma enorme e moderna estação deserta. Ali estava apenas eu e os meus fiéis escudeiros: a guitarra e o vox. A acústica do edificio vazio fez-me cantar a espera a plenos pulmões para depois perceber que afinal havia tirsenses matreiros escondidos à espreita nos muitos recantos. (Risos) O Sérgio apanhou-me e seguimos em curvas e contra-curvas pela serra até Oliveira de Santa Maria. Quando chegámos, o cenário falava por si: um mosteiro do século XVIII, vinha de uva branca, a serra, e um palco vermelho montado entre duas Oliveiras. Perfeito. Foi uma tarde solarenga a fazer som com a simpatia do Bruno e do Jorge, que já tinham preparado todo o material técnico. Acabámos mesmo antes da reza do terço e da missa das sete. E pensar que fizeram tudo isto para me receber. Só gente boa. Tenho muita sorte neste mundo. ~ ~ ~ Oliveira da Santa Maria – Ave Cultural 2017 – 22.Jul.17 #livinglavidaloba #mergulhoemloba #joananalinhaférrea #joananaestrada #hansolopelopaísafora #avecultural2017 #musifel #pensarcomoumamulher

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O restaurante O Tosco foi-me apresentado pelo Sr. Delfim e pelo Sr. Pereira – o presidente da junta e o tesoureiro de Oliveira de Santa Maria – fica em Riba d’Ave e lá podem encontrar os melhores pratos tradicionais com doses de simpatia a acompanhar. Foi um jantar fenomenal com pompa, circunstância, e muita muita risota. Quando chegámos ao local, o Bruno, o Jorge, e o Sérgio foram “pintar as paredes do mosteiro” com luz enquanto escutávamos um som longiquo de um coro escondido pelas paredes de pedra. Quem me conhece sabe bem que um coro, para mim, é sinónimo de felicidade. Lá cirandei o mosteiro à procura de uma entrada e encontrei uma porta encostada. Entrei e pedi para assistir a um pouco do ensaio. Suponho que todos os sábados se encontrem ali ensaiando os cânticos que escutámos horas antes na missa das sete. Fiquei em transe com o efeito de todas aquelas vozes juntas. Podia aqui escrever muito sobre o poder da voz humana em comunhão mas fica para outro dia. Depois deste pequeno momento de magia chegou a minha vez de subir ao palco e de cantar, desta vez do lado de fora do mosteiro: numas canções acompanhada pelos melros pousados nos ramos das oliveiras, noutras acompanhada pelas tímidas senhoras de oliveira de santa Maria. O frio caiu sobre a aldeia já perto do final do concerto – sinal de que era hora de voltar para casa e aquecer. Despedidas feitas e lá fiquei com o Sérgio, o Bruno, e o Jorge a arrumar o palco que tinham montado com tanto esmero durante a tarde. Não sei escrever o que significam para mim estes solos. Sei que criam estes encontros e sei que volto transformada e muito agradecida com tudo o que recebo das pessoas que me recebem, e que é tanto. ~ ~ ~ Oliveira da Santa Maria – Ave Cultural 2017 – 22.Jul.17 #livinglavidaloba #mergulhoemloba #joananalinhaférrea #joananaestrada #hansolopelopaísafora #avecultural2017 #musifel #pensarcomoumamulher

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21.07.2017

MERGULHO EM LOBA @ GUIMARÃES (Solo)

No sábado acordei com a satisfação da canção do Sérgio Godinho: “É que hoje fiz um amigo, e coisa mais preciosa no mundo não há”, responsabilidade da @revolve_ ! Não fosse eu ter dúvidas que são os caminhos sinuosos a dar sentido a tudo isto e a desenhar círculos perfeitos, a cidade tratou de me revelar a sua trilha de pistas com direito à concha de vieira, ao livro que inspirou o Mergulho Em Loba, e ainda a uma inesperada serenata do Sr Zeca Paulo na Praça da Oliveira: “Morena, ó morenita”. Tão bom, Guimarães. Obrigada. Ala morena, que se faz tarde. Próxima paragem: Oliveira de Santa Maria. ~ ~ ~ Guimarães – Concertos Inusitados / Largo da Oliveira – 21.Jul.17 #nocaminhocerto #livinglavidaloba #mergulhoemloba #joananalinhaférrea #joananaestrada #revolve #acordatangerina #hansolopelopaísafora

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Guimarães é aquela cidade que, mesmo sem mar, me enche as medidas. Mui raro. A Revolve está a organizar um ciclo de Concertos Inusitados, e hoje, sem aviso, invadimos o Largo da Oliveira: visitou-nos uma versão felliniana de um homem sem cabeça, e soaram as soundscapes de um sino de igreja extremamente peculiar. A hospitalidade que sobeja e um humor vimarense que encanta sāo uma constante nesta cidade. Muito Obrigada a todos os que pararam para escutar e à @revolve_ , Rui, Carla, Ribeiro, Francisco, e Sr. cozinheiro Dinis do @cordetangerina pelo convite e recepção calorosa: revolveu e inusitou largo! ~ ~ ~ Guimarães – Concertos Inusitados / Largo da Oliveira – 21.Jul.17 #livinglavidaloba #guimaraesailabeiu #mergulhoemloba #joananalinhaférrea #joananaestrada #revolve #cordetangerina #capturestreets

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01.07.2017

LIVING LA VIDA LOBA

Em Junho voltei ao palco, finalmente. Já tinha saudades…Levei comigo uma guitarra, um amplificador, e as canções no seu formato mais puro, tal como elas nascem aqui em casa. Foram três  concertos muito especiais, íntimos e emotivos.

Não me perguntem como aconteceu, mas aconteceu: dei por mim e já tinha um diário de tour. Talvez tenha sido inspirado pelas pessoas que me recebem — os fenomenais agentes de cultura espalhados pelo país;  pelos lugares e paisagens que se vão revelando diante dos olhar — viajar de comboio tem esse encanto, e também por  ter regressado o bichinho de filmar e andar com a câmara de filmar atrás. Deve ter sido tudo isto e a vontade de deixar esses momentos registados para sempre em algum lugar. O que é certo é que ele existe. Não sou capaz de estar sempre ligada às redes, por isso peço-vos que aceitem desde já esta condição de latência e de incerteza que acompanhará o diário. Tão pouco sei se será só dos concertos.  Mas, enquanto não o adapto aqui ao site, podem acompanhar as minhas  (nossas) aventuras na estrada e na linha férrea no instagram.  Até já!

 

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07.06.2017

MORE DRAWINGS FOR SANCHO

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A Catarina Viana tem uma nova leva de desenhos no seu Instagram para admirar e comprar.  Chama-se Drawings for Sancho e podem conhecer, seguir,  gostar, e encomendar aqui. São ilustrações mesmo muito bonitas, e ajudam a ajudar o Sancho.Para quem não sabe: é dela a capa do EP “Passeio Pelo Trilho” e o cartaz do documentário “Meu Caro Amigo Chico” — entre outros projectos que a Catarina tem (espreitar aqui também).

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07.06.2017

Em escuta:
“A Terra do Corpo” de MEDEIROS/LUCAS. Um assombro de/em disco.

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05.06.2017

Querida Dona Laurinda,

Muito obrigada pela sua mensagem.

Como poderia eu recusar um convite deste gabarito?
Será uma honra apresentar esta e outras canções no Coreto da sua aldeia e por aqui já estamos todos a contar os dias para a bonita festa dos BONS SONS! É a minha vez de a convidar a ir ter connosco ao Coreto no dia 13 de Agosto. Aceita?
Ah! Não se preocupe que todos nós sabemos escrever Cem Soldos como deve ser.  Viva Cem Soldos!
Um beijo para si, e até breve! Joana ♥

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03.06.2017

Em escuta:

o extraordinário “Vestida De Nit” de Silvia Perez Cruz.

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29.05.2017

Amanhã atravessamos o oceano em ondas fm até Angola.
É só sintonizar 96.5 FM e escutar o programa Travessia dos Oceanos.

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22.05.2017

AMAR PELOS DOIS

Pode uma canção mudar o mundo?

Cá em casa vibrámos com o festival: o Salvador e a Luísa a devolver a música como ela é, sem manias, falsas intenções ou competição mesmo no centro de uma das maiores competições “europeias”. Eles deram-nos “só” música e com ela um dos momentos mais enternecedores que a televisão já assistiu. Os vizinhos gritavam pelo Benfica e nós torcíamos pelos irmãos Sobral. Venceu a qualidade, a simplicidade, e o despojamento. Cá em casa, perante a surpresa do resultado havia também muito orgulho e gratidão não só por Salvador, por Luísa e pelo momento, mas por sermos tantos a Amar Pelos Dois e a celebrar o que de melhor se faz por cá.  E isto num dia em que quase se reergueu o Portugal dos três éfes, mas afinal não. Um volte-face depois e foi impossível não sentir redenção quando se celebrou uma canção singela da mesma forma que se celebram tantas vezes os campeonatos nacionais de futebol. Amaram pelos os dois todos os adeptos do Benfica no Marquês e em uníssono encheu-se  também o Aeroporto da Portela. Mas a mais bonita consequência ainda estava para vir: na segunda-feira o casal da papelaria estava a cantar a canção quando eu entrei, juntei-me a eles e cantámos os três; à tarde os meus alunos cantaram a canção da Luísa a plenos pulmões e isso deu azo a uma conversa sobre o amor, a música, e como transparecer as emoções com a voz, com as palavras, e com o corpo. Não é todos os dias que se tem uma conversa assim no primeiro ciclo do ensino básico, muito menos é-lhes quotidiana a vontade de ouvir canções com cê grande.  O meu trabalho ali é esse: mostrar que a música existe em mais lugares, com mais formas e feitios, que a música é mais que canções, e que os refrães das canções podem ser bem mais do que “olha a explosão / quando ela bate com a bunda no chão” — porque é isso que eles escutam diariamente: “música” descartável, tal como nos disse o Salvador.  O resto da aula passou-se a ouvir, a cantar e a trocar canções: do “Ele e Ela” cantado pela Madalena Iglésias ao Samuel Úria, do Sérgio Godinho ao Eduardo Nascimento, da Ana Moura aos Clã.

O que me faz pensar: para quando um Plano Nacional de Música?

Dizem que o lobo perde os dentes mas não o costume o que talvez justifique que no dia seguinte até na triagem das urgências se tenha cantarolado A canção — o que foi um erro, vejo agora à distância, pois estou segura de ter passado a falsa ideia de não precisar de uma pulseirinha de outra cor. Desde então é tudo uma névoa, comigo mergulhada em doses de analgésicos capazes de pôr elefantes a dormir. Eu estou bem e a história serve apenas para dizer que não vivi desde esse dia — é como se o tempo não tivesse existido. Para mim o Festival da Canção passou-se há 3 dias e amanhã é quarta-feira da semana passada. Mas não é: o planeta terra continuou a rodar depois daqueles minutos de comoção colectiva. Quando li as notícias da semana estava ainda segura de estar a delirar: os irmãos Sobral foram saudados na Assembleia da República e aproveitaram o momento para abrir a porta a uma conversa muito necessária e saudável sobre orçamentos para a cultura.

É mesmo preciso falar disto. Disto e do que significa ser músico ou outra qualquer profissão artística em Portugal: falar do amor à camisola, da instabilidade e dificuldade da “profissão”, de tudo o que é feito até ter uma obra concluída, do desejo que se tem de a fazer chegar às pessoas, e da estranha sensação que é parecer que não se consegue chegar à pessoas por haver um muro invisível — o tal de que fala Salvador quando diz que a música não é tocada nas rádios. E, visto que o outro —aquele pudor bafiento de não gostar do que cá se faz — já está morto e enterrado, não se compreende que este muro invisível ainda exista. Não há motivos para que parte da cultura portuguesa se mantenha à parte do seu público quando o seu público a quer toda para si.

Como mandar abaixo o muro? A RTP deu um exemplo extraordinário ao abrir espaço a novos compositores e intérpretes, e é mesmo para usar o cliché: são algumas das vozes desta geração.  Digo algumas, porque há mais, e não é só nas canções, não é só no pop, não é só na música. Mas veja-se o efeito dominó que uma só acção criou. Há mais exemplos. Conseguem imaginar o que será o futuro quando este exemplo for seguido? Porque eu passo os dias a sonhar com isto e fico grata por ter representantes assim.

Nas outras notícias soube que a criatura Temer foi apanhada a incentivar subornos e adivinha-se já um ‘impeachment’ e mais a norte os advogados da casa branca estudam também o cenário de destituição da outra criatura execrável; e não, nada disto é um delírio. Confesso que estava à espera de ler que a Europa tinha finalmente deixado de ser cobarde perante a crise de refugiados. É preciso pedir ao Salvador e à Luísa para dar um pulo ali ao Parlamento Europeu e acordar o coração à Europa?

O que é que vocês acham: pode uma canção mudar o mundo?

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25.04.2017

MERGULHO EM LOBA NO SPOTIFY!

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29.03.2017

Olá,
Fui provocada pelo meu homónimo: João Vaz Silva, também conhecido por exímio agente provocador que, dada a sorte que me acompanha, é também meu agente.O sorriso largo é a prova clara de que estou acompanhada (e fotografada) por quem mais alegria musical tem dado à minha vida de há uns tempos para cá. A boa disposição e o à-vontade que atravessam a conversa são mérito da brilhante faceta radialista do João.
E o nosso retrato é do dono da casa-estúdio: Luis Nunes.
Convosco esta e outras conversas em: O Agente Provocador.


16.03.2017

BOA NOVA: VAMOS AO BONS SONS!

É uma honra fazer parte deste festival.  Dia 13 de Agosto no palco Giacometti. O Dn conta tudo.

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16.02.2017

DIA 03 de MARÇO, NO MUSICBOX

via GIPHY

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02.02.2017

 DRAWINGS FOR SANCHO

A Catarina Viana tem um novo Instagram onde podem ver e comprar as ilustrações dela. Para quem não sabe: é dela a capa do EP “Passeio Pelo Trilho” e o cartaz do documentário “Meu Caro Amigo Chico”.

Sou super fã  dela. Estas ilustrações no instagram são muito bonitas, e ainda ajudam a ajudar o Sancho. Chama-se Drawings for Sancho e podem conhecer, seguir,  gostar, e encomendar aqui. 

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06.01.2017

GUARDA DE HONRA

dos Santos da Casa. 

 

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03.01.2017

 Os nossos discos do ano no Observador

“11 de Janeiro de 2016, 07h45:

“não há quem te cale a voz. tens um fato: podes respirar. tens diamantes no pensamento. tens o humor irónico de quem não se verga. tens-nos a todos aqui num luto estranho. a tua luz propagar-se-á por muitos anos luz. se a vejo é porque não tens fim. morte, toma lá: não nos apagas a luz das estrelas. muito menos das negras. se a vejo, se a escuto, é porque existe. ergue-te, ó lázaro, que a tua eternidade pertence-nos.”★ chegou como um prenúncio de um ano sob a sombra da morte, da guerra, da desunião. Haverá maior dúvida do que a existência de vida depois da morte? ★ é a resposta de David Bowie: ofereceu-nos a eternidade num disco livre de géneros, escrito no limbo entre a vida e a morte com a linguagem esmerada do amor: ele é o narrador da sua história, o criador do seu mito, o apóstolo que anuncia que quem amamos faleceu, quem nos clama pelo seu renascimento, quem se renasce num regresso planeado por si ao detalhe antes da sua morte, benevolente com a previsão da nossa dor, e é também ele que nos consola na sua ausência — ele é essa estrela negra que atrai a si toda a sua e a nossa luz. A cada escuta de ★ oferecemos-lhe retorno à vida. LAZARUS, LAZARUS! ★ é testemunho de que só há MÚSICA assim, na união que fica além do palpável, na cola da humanidade.

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02.01.2017

11º

MERGULHO EM LOBA é o décimo primeiro na lista de Melhores Álbuns de 2016 da A CERTEZA DA MÚSICA.

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31.12.2016

nº5

MERGULHO EM LOBA é o quinto disco na lista de Melhores do Ano da Revista Sábado.

O inusitado disto é estar ao lado dos meus discos do ano.

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nº5

na lista de Los Mejores Discos de 2016 na No Solo Fado.

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28.12.2016

O Natal deste ano começou mais cedo, no dia 21, com mais de 450 pessoas reunidas com um único objectivo: angariar fundos e corações e enviá-los para ALEPO através dos Médicos Sem Fronteiras. O Gustavo Carona, Um Médico Sem Fronteiras no terreno, contou-nos como nasce a esperança em cenários de guerra. No final da noite uma jovem Síria que estuda em Portugal quis subir ao palco para nos contar como é que se mantém a esperança viva com o amparo do amor dos outros. Se o que angariámos tem impacto perante uma situação terrível que ainda nos esforçamos por compreender (e não conseguimos), a resposta é sim. Pois, por mais ínfimo que seja o gesto, é precisamente no repetir destes gestos pequeninos  que se muda o mundo. POR ALEPPO foi a prova viva que O Amor Existe e só precisa de ser acordado, provocado, praticado, partilhado, oferecido, recebido, celebrado. O André Tentugal e a Selma Uamusse criaram esta onda de partilha e que só tem por onde crescer. (Obrigada!) É isso que vos/nos desejo nos dias de “Festas” e nos “dias normais”: esta certeza, acompanhada de uma prática diária e constante,  juntos. 

Fotografia de Ana Luísa Alvim

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19.12.2016

POR ALEPPO

Podemos sempre fazer qualquer coisa. Todos. Juntos. Com amor.

Dia 21 juntamo-nos por Alepo.

A receita reverterá a favor dos Médicos Sem Fronteiras.

Juntem-se a nós.

“Como conviver com este nó na garganta?
Quase que confundimos Alepo com um campo de batalha, uma cidade tomada, um sítio de facções. Quase só vimos ruínas, fumo a subir e poeira a assentar. Quase. Mas não: vimos pessoas e ouvimo-las. Aprendemos mais um idioma de dor e desespero, tão fácil de perceber e tão aberrante de entender. Fomos tocados pelo impensável: a consternação dos que estão preparados para morrer em guerra, já que viver em paz deixou de ser opção.
Então, como conviver com o nó na garganta? Deixamos que o aperto nos cale ou, como numa mangueira, pressionamos para que as palavras saiam mais rápidas, mais fortes, mais longe?
Um grupo de músicos portugueses decidiu emprestar vozes para que mais vozes se juntem, mais rápidas, mais fortes, mais longe. Apresentam um espectáculo onde os nós não se desatam – antes se entrelaçam para formar a corda de solidariedade. Nós para eles.”
Texto do Samuel Úria

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19.12.2016

nº21

MERGULHO EM LOBA nos discos do Ano da Revista Blitz.

 

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17.12.2016

NA MÁXIMA DE JANEIRO, ESTRANHAMENTE PENTEADA

 

A Revista MÁXIMA diz que sou um dos nomes a reter para 2017, ao lado de pessoas que muito admiro, como por exemplo: a Joana Astofi e o Victor Hugo Pontes.

E tentou pentear-me…

…mas não conseguiu.

A entrevista é da Cláudia Marques Santos, a produção da Diana Bastos, e as fotos são do Gonçalo F. Santos numa sessão que conseguiu arrancar-me sorrisos depois de uma angustiada noite em branco a acompanhar as eleições dos EUA — daí a necessidade de café ou chá para acordar,  embora não tenha qualquer explicação para os rolos.

O Gonçalo foi responsável por uma das coincidências mais bonitas dos últimos tempos. Depois de eu insistir em arrancar os rolos, o Gonçalo pediu-me para me deitar num sofá como se estivesse à espera de algo  e, sem o querer, acabou por mimar uma gravura de Rudolph von Deutsch do século XIX  que retrata Penélope esperando Ulisses. Isto numa sessão de fotos para ilustrar uma entrevista onde revelo que o “Mergulho Em Loba” surgiu de uma reacção à história de Penélope na “Odisseia” de Homero.

Se tivesse sido combinado, não seria tão perfeito.

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15.12.2016

OS TRÊS DISCOS DO ANO SEGUNDO NUNO GALOPIM

O dia em que leio que, para o Nuno Galopim, o “Mergulho Em Loba” é um dos três discos do ano ao lado de “Blackstar” de David Bowie e de “Skelaton Tree” de Nick Cave, é o dia em que perco as minhas palavras. 

 

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14.12.2016

nº3

na lista de Melhores Discos Nacionais de 2016 do Glass Journal.

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15.11.2016

MERGULHO EM LOBA  NA VISÃO

Mergulho em Loba merece (e precisa de) vários mergulhos. É um raro, precioso e promissor álbum de estreia de uma nova escritora de canções portuguesas.”

por Pedro Dias de Almeida.

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15.10.2016

MERGULHO EM LOBA NA ARTE/FACTOS

para quem quer saber um pouco mais sobre cada canção.

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06.10.2016

ÚLTIMA HORA

Joana Barra Vaz no VODAFONE MEXEFEST a 26 de Novembro de 2016!

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23.09.2016

MERGULHO EM LOBA  NO  ÍPSILON

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“…há riqueza soberba no conjunto de canções que compõe Mergulho em Loba, na forma preciosa como cada uma se revela em arranjos que afastam qualquer tema de um parentesco ténue com a vulgaridade. (…) Mergulho em Loba pede a atenção exclusiva que a contemporaneidade quase sempre nega. “

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21.08.2016

MERGULHO EM LOBA  A 30 DE SETEMBRO

Concerto de Apresentação em Lisboa a 29 de Setembro!

 

MERGULHO EM LOBA de Joana Barra Vaz será editado no dia 30 de Setembro pela Bi-Du-Á. Um dia antes, Joana Barra Vaz e a banda f l u m e apresentam oficialmente o seu primeiro longa duração no Teatro do Bairro, pelas 21h30.

 

MERGULHO EM LOBA é a continuação da trilogia “flume” iniciada com “Passeio Pelo Trilho” (2012). A trilogia tem uma forte influência geográfica e, neste caso, o nome não esconde a sua principal inspiração: o mar.

Escrito e  composto entre 2012 e 2013, MERGULHO EM LOBA é um disco de perguntas, uma viagem sonora com momentos de dança e de introspecção. Foi produzido por Joana Barra Vaz, Luís Nunes, e José de Castro; conta com arranjos de David Pires, Joana Barra Vaz e da Banda f l u m e II : David Pires, David Santos, Ricardo Jacinto, José de Castro, João Gil, Ana Nagy, Mário Amândio, Gabriel Correia e ainda com a participação de Selma Uamusse no tema “TANTO FAZ” .

O disco gravado entre os Estúdios Iá por Bernardo Barata (Diabo na Cruz, Oioai),  Alvito “Road” por Luís Nunes (Benjamim), a Sociedade Musical União Paredense, Estaminé e em casa de Joana Barra Vaz pela própria e misturado por Tiago Gomes de Sousa e será editado pela mui recente Bi-DU-Á.

No dia 29 de Setembro será possível mergulhar na íntegra neste universo, assistir à estreia ao vivo de um novo espectáculo e adquirir em primeira mão o CD de edição limitada. Mais informações e reservas em info@aminhaagencia.com.

Suite II : Casa é Canção, Fome de Lobo

Com a boa nova vem também Suite II: “Casa é Canção” e “Fome de Lobo” — os dois temas centrais do disco.

Há em MERGULHO EM LOBA três suites que sustentam o disco e onde as canções seguem sem paragem entre elas. Suite II  convida-nos a mais mergulho sonoro com a duração exacta de 8 minutos e 45 segundos.

 

 

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21.06.2016

Suite I : Maré, Suspensão, A Demora, Sol Que Aquece (Barbados)

Depois de “Tanto Faz” com Selma Uamusse e de “A Demora”, Joana Barra Vaz revela Suite I: “Maré”  “Suspensão” “A Demora” e “Sol Que Aquece (Barbados)” — os primeiros quatro temas do aguardado LP  “MERGULHO EM LOBA”.

Há em “MERGULHO EM LOBA”  três suites que sustentam o disco e onde as canções seguem sem paragem entre elas. Suite I não é excepção convidando-nos, num só fôlego de 12 minutos e 37 segundos,  a iniciar esta escuta.

“MERGULHO EM LOBA”  chega em Setembro de 2016, e foi gravado no Estúdio Iá por Bernardo Barata, em Alvito por Luís Nunes, na SMUP e Estaminé por Joana Barra Vaz.

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06.05.2016

Demora, mas não tarda. “MERGULHO EM LOBA” é editado em Setembro de 2016.

 

Depois de “TANTO FAZ” com SELMA UAMUSSE, JOANA BARRA VAZ celebra a abertura da época balnear de 2016 com “A DEMORA” — mais uma canção do seu primeiro longa-duração — revelando um pouco da estreia que se aproxima num vídeo realizado em conjunto com MARIA JOÃO MARQUES.

“A DEMORA” é o segundo single de “MERGULHO EM LOBA”- Um tema gravado entre o Estúdio Iá, Alvito “Road”, Estaminé e SMUP, que conta com pré-produção e arranjos de David Pires, Joana Barra Vaz e da banda F l u me, e que  foi produzido por Luís Nunes e Joana Barra Vaz.

 

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12.01.2016

J O A N A   B A R R A  V A Z  na lista de apostas para 2016 por Fausto da Silva na Look Mag ;

“T A N T O   F A Z” com Selma Uamusse considerado, pelos leitores do Made In Portugal, como um dos melhores duetos de 2015.

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05.01.2016

“T A N T O  F A Z”  na lista dos melhores temas Portugueses, e nos 150 temas mundiais do ano escolhidos pela  BEEHYPE! 

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23.10.2015

“T  A  N  T  O   F  A  Z” no top da Antena 3 nas últimas semanas. E no meio de uma equipa de luxo. A Votação é semanal, e ainda esta a valer— http://media.rtp.pt/antena3/a330/2015-10-31/ !

 

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24.07.2015

Exclusivo ANTENA 3 !

Primeiro single de “M E R G U L H O   E M   L O B A” :    “T A N T O   F A Z”   com Selma Uamusse

Primeiro single do LP “MERGULHO EM LOBA” de JOANA BARRA VAZ — a continuação da trilogia flume iniciada com “Passeio Pelo Trilho”(Ed. Azáfama 2012)  — e está disponível para Download Gratuito,  aqui, no site de Joana Barra Vaz .

SELMA UAMUSSE partilha a interpretação do tema com JOANA BARRA VAZ, numa colaboração que surgiu de uma estreita afinidade entre ambas.

O tema, gravado por Bernardo Barata assistido por Diogo Rodrigues nos ESTÚDIOS IÁ, Luís Nunes em ALVITO, e Joana Barra Vaz na SMUP, tem também a participação dos músicos: David Pires (Bateria, Arranjos ritmo e sopros, coro), Ricardo Jacinto (Violoncelo), David Santos (Baixo eléctrico), Ana Nagy (Coros), Mário Amândio (Trombone), e Gabriel Correia (Trompa); foi composto, arranjado, e produzido por Joana Barra Vaz, co-produzido por Luís Nunes, e misturado por Tiago Sousa.

O vídeo conta com a participação de: Alexandre Lopes e André Freitas — elementos activos da equipa de Parkour LINE TEAM; da coreógrafa VALERIA CABOI com o grupo da Oficina de Criação de Dança Contemporânea da SMUP — MUR MUR (Leonor Pêgo, Xana Lisboa, Susana Contino, Ana Pêgo, Ana Paula Teixeira, Ana Maló, Lorena Querol, Joana Barra Vaz); origamis do JUCA;  e retrata ainda os músicos Selma Uamusse, Ricardo Jacinto, e David Santos. Foi co-realizado pela dupla Maria João Marques e Joana Barra Vaz, e parcialmente filmado no local que possibilitou o encontro entre todos os seus participantes — na Sociedade Musical União Paredense —, e também na zona costeira onde Joana Barra Vaz cresceu e ainda reside e mergulha.

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